Usado
8 Fotos
R$225.000,00
Outras Taxas
IPTU Mensal R$110,00

Casa Geminada em Jardim Aguapeu, Mongaguá/SP

Jardim Aguapeu - Mongaguá/SP
02 Dormitórios
3 Vagas
80,79 m² (Construída)

Descrição do imóvel

Se você está cansado(a) de procurar a casa geminada perfeita, sua busca acabou! Temos uma ótima opção para você no bairro Jardim Aguapeu em Mongaguá-SP.


Essa casa geminada tem tudo o que você precisa: dois dormitórios aconchegantes, um banheiro espaçoso e uma área construída de 80.79m². Além disso, você ainda terá uma churrasqueira para aproveitar os momentos de lazer com amigos e familiares.


A localização dessa casa também é perfeita! Está perto de tudo o que você precisa: banco, escola, hospital, igreja, padaria, praça e supermercado. Não poderia ser mais prático e conveniente.


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As informações estão sujeitas a alterações. Consulte o corretor responsável.

Cômodos

02 Dormitórios
01 Banheiro
3 Vagas
1 Cozinha
1 Sala de estar
1 Área de serviço

Áreas

Área Construída: 80,79m²
Terreno Área Total: 125,93m²

Características

Churrasqueira

Valores

Aceita Financiamento: Sim
Minha Casa Minha Vida: Sim

Outras Informações

Referência: 197
Idade do imóvel: 26 anos
Perfil: Residencial
Posição solar: Sul
Próximo ao mar: Sim
Situação: Usado
Escriturado: Sim
Averbado: Sim
Possui mobília?: Sem mobília
Terreno: Plano

Proximidades

Banco
Escola
Feira
Hospital
Igreja
Padaria
Praça
Supermercado

Localização

Jardim Aguapeu - Mongaguá/SP

Conheça a cidade Mongaguá

Sem Imagem

Mongaguá é uma palavra indígena que significa “água pegajosa”. Nome dado pelos índios guaranis que viviam às margens dos rios Mongaguá e Aguapeú. No século XVI, segundo historiadores, emissários de Martim Afonso de Souza, em suas viagens pelo litoral paulista, paravam em Mongaguá para descansar. Aos poucos, foram surgindo moradores fixos e, consequentemente, as primeiras propriedades. Parte do território atual de Mongaguá situava-se, naquela época, na Capitania de São Vicente e outra na Capitania de Itanhaém.

 

Em 1776, o Sítio de Mongaguá foi arrematado em leilão público pelo coronel Bonifácio José de Andrada, pai do Patriarca da Independência, José Bonifácio de Andrada e Silva. A propriedade foi vendida ao padre João Batista Ferreira (1814) e, posteriormente, a Antônio Gonçalves Nobre (1847), Manuel Bernardes Muniz (1851) e a Heitor Peixoto (1892).

 

Com a formação da Companhia de Melhoramentos da Praia Grande, em 1913, cujos principais acionistas eram Fernando Arens Júnior, David Antônio dos Santos, Prudente Correia, Ernesto Diedrichs, Alberto Hugo de Oliveira Caldas e Abílio Smith Camargo. Com Abílio Smith foram criados os loteamentos Jardim Marina, Jardim Aguapeú, Vila Arens, Jardim Caiahu, o Centro de Mongaguá e a Vila Sorocabana. A Companhia de Melhoramentos, porém, não teve êxito maior em seus projetos, pois os paulistas daquela época não demonstraram interesse em passar as férias no litoral.

 

Após a Segunda Guerra Mundial é que Mongaguá começou a se desenvolver. A construção da rodovia Padre Manoel da Nóbrega, ligando Mongaguá a São Paulo, deu um grande impulso ao crescimento do distrito. Em 24 de Dezembro de 1948 foi criado o Distrito de Mongaguá, pela Lei nº 233. Mongaguá, que pertencia a São Vicente, foi incorporada ao município de Itanhaém.

 

Com a criação do Distrito de Mongaguá o desenvolvimento no setor comercial teve um grande impulso. Dez anos depois, o movimento de emancipação tomou conta da cidade, sonho quase se torna um pesadelo, pois o IBGE havia publicado, em 1950, que Mongaguá possuía apenas 826 habitantes: 444 homens e 382 mulheres. Graças à colaboração da Empresa Elétrica de Mongaguá, que tinha o controle das moradias particulares, constatou-se que com a população flutuante da cidade, estavam cadastrados 6.000 habitantes.

 

Cumprida então as formalidades legais, foi marcado pelo juiz da 119ª Zona, para 7 de dezembro de 1959, o plebiscito determinado pela Assembleia Legislativa de São Paulo. E o desejo da população de Mongaguá foi alcançado com uma votação esmagadora e o plebiscito foi aprovado. Em 31 de Dezembro de 1959 o governador, Dr. Jânio da Silva Quadros, assinou a Lei e Mongaguá foi elevada à categoria de Cidade, pela criação do Município. A data do aniversário de Mongaguá passou a ser comemorada no dia em foi realizado o plebiscito e não na data da elevação à categoria de Município, em 31 de Dezembro de 1959. Em 1977, Mongaguá foi elevada à categoria de Estância Balneária, pela Lei Estadual 1.482, publicada no Diário Oficial, no dia 7 de dezembro de 1977.

 

Aniversário da cidade: 7 de dezembro.


Prefeitos

  • José Cesário Pereira Filho: de 1960 a 1964.
  • João de Barros Teixeira: de 1965 a 1968.
  • Atílio João Fumo: de 1969 a 1972.
  • Cassimiro Correa Neto: de 1973 a 1976 e de 1983 a 1988.
  • Jacob Koukdjian Filho: 1977 a 1982; de 1989 a 1992 e de 1997 a 2000.
  • Artur Parada Prócida: de 1992 a 1996, de 2001 a 2004, de 2005 a 2008, de 2013 a 2016; e de 2017 a 2018.
  • Paulo Wiazowisk Filho: de 2009 a 2012.
  • Márcio Melo Gomes: de 2018 até os dias atuais.



 

R$225.000,00
Outras Taxas
IPTU Mensal R$110,00
LHG Casa AdministrativaCRECI - 146730F

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Faça um agendamento de visita para conhecer melhor o imóvel.

Conheça a cidade Mongaguá

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Mongaguá é uma palavra indígena que significa “água pegajosa”. Nome dado pelos índios guaranis que viviam às margens dos rios Mongaguá e Aguapeú. No século XVI, segundo historiadores, emissários de Martim Afonso de Souza, em suas viagens pelo litoral paulista, paravam em Mongaguá para descansar. Aos poucos, foram surgindo moradores fixos e, consequentemente, as primeiras propriedades. Parte do território atual de Mongaguá situava-se, naquela época, na Capitania de São Vicente e outra na Capitania de Itanhaém.

 

Em 1776, o Sítio de Mongaguá foi arrematado em leilão público pelo coronel Bonifácio José de Andrada, pai do Patriarca da Independência, José Bonifácio de Andrada e Silva. A propriedade foi vendida ao padre João Batista Ferreira (1814) e, posteriormente, a Antônio Gonçalves Nobre (1847), Manuel Bernardes Muniz (1851) e a Heitor Peixoto (1892).

 

Com a formação da Companhia de Melhoramentos da Praia Grande, em 1913, cujos principais acionistas eram Fernando Arens Júnior, David Antônio dos Santos, Prudente Correia, Ernesto Diedrichs, Alberto Hugo de Oliveira Caldas e Abílio Smith Camargo. Com Abílio Smith foram criados os loteamentos Jardim Marina, Jardim Aguapeú, Vila Arens, Jardim Caiahu, o Centro de Mongaguá e a Vila Sorocabana. A Companhia de Melhoramentos, porém, não teve êxito maior em seus projetos, pois os paulistas daquela época não demonstraram interesse em passar as férias no litoral.

 

Após a Segunda Guerra Mundial é que Mongaguá começou a se desenvolver. A construção da rodovia Padre Manoel da Nóbrega, ligando Mongaguá a São Paulo, deu um grande impulso ao crescimento do distrito. Em 24 de Dezembro de 1948 foi criado o Distrito de Mongaguá, pela Lei nº 233. Mongaguá, que pertencia a São Vicente, foi incorporada ao município de Itanhaém.

 

Com a criação do Distrito de Mongaguá o desenvolvimento no setor comercial teve um grande impulso. Dez anos depois, o movimento de emancipação tomou conta da cidade, sonho quase se torna um pesadelo, pois o IBGE havia publicado, em 1950, que Mongaguá possuía apenas 826 habitantes: 444 homens e 382 mulheres. Graças à colaboração da Empresa Elétrica de Mongaguá, que tinha o controle das moradias particulares, constatou-se que com a população flutuante da cidade, estavam cadastrados 6.000 habitantes.

 

Cumprida então as formalidades legais, foi marcado pelo juiz da 119ª Zona, para 7 de dezembro de 1959, o plebiscito determinado pela Assembleia Legislativa de São Paulo. E o desejo da população de Mongaguá foi alcançado com uma votação esmagadora e o plebiscito foi aprovado. Em 31 de Dezembro de 1959 o governador, Dr. Jânio da Silva Quadros, assinou a Lei e Mongaguá foi elevada à categoria de Cidade, pela criação do Município. A data do aniversário de Mongaguá passou a ser comemorada no dia em foi realizado o plebiscito e não na data da elevação à categoria de Município, em 31 de Dezembro de 1959. Em 1977, Mongaguá foi elevada à categoria de Estância Balneária, pela Lei Estadual 1.482, publicada no Diário Oficial, no dia 7 de dezembro de 1977.

 

Aniversário da cidade: 7 de dezembro.


Prefeitos

  • José Cesário Pereira Filho: de 1960 a 1964.
  • João de Barros Teixeira: de 1965 a 1968.
  • Atílio João Fumo: de 1969 a 1972.
  • Cassimiro Correa Neto: de 1973 a 1976 e de 1983 a 1988.
  • Jacob Koukdjian Filho: 1977 a 1982; de 1989 a 1992 e de 1997 a 2000.
  • Artur Parada Prócida: de 1992 a 1996, de 2001 a 2004, de 2005 a 2008, de 2013 a 2016; e de 2017 a 2018.
  • Paulo Wiazowisk Filho: de 2009 a 2012.
  • Márcio Melo Gomes: de 2018 até os dias atuais.