Apartamento em Centro, Mongaguá/SP
Centro - Mongaguá/SPDescrição do imóvel
Cansado de viver espremido em um lugar onde só ouve o vizinho roncar? Chega de entrar no chuveiro e ter que sair para pegar o sabonete! Apresentamos a você o apartamento dos sonhos, digno de uma imperatriz ou de um rei, ou talvez de uma pessoa normal como você.
Imagine ter três dormitórios, é isso mesmo, TRÊS! Você pode dormir em um, fazer daquele outro um closet maravilhoso e dar um destino inusitado para o terceiro. Quem sabe um quarto de meditação para controlar os impulsos de matar o vizinho do terceiro andar?
Falando em suíte, você terá uma para chamar de sua. Nada melhor do que ter um banheiro só para você e não precisar disputar espaço para escovar os dentes. Além disso, teremos mais dois banheiros para caso você queira fazer uma competição de quem chega primeiro ao trono. Quem será o vencedor?
E tem mais! Uma sacada para você aproveitar o sol, a chuva, o vento... Enfim, a escolha é sua, afinal de contas, sua sacada, suas regras.
E olha só como a localização é incrível! Próximo a praticamente tudo o que você precisa. Banco, farmácia, igreja, padaria, rodovia, supermercado e transporte público. Ou seja, você pode fazer tudo a pé, de ônibus ou até mesmo de patinete se quiser.
Então, se você tem interesse em comprar um apartamento no bairro Centro em Mongaguá-SP, pare de perder tempo! Entre em contato conosco através do formulário de contato do nosso site. Venha ser o novo rei ou rainha desse apartamento incrível!
As informações estão sujeitas a alterações. Consulte o corretor responsável.
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Características do Condomínio
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Localização
Conheça a cidade Mongaguá
Mongaguá é uma palavra indígena que significa “água pegajosa”. Nome dado pelos índios guaranis que viviam às margens dos rios Mongaguá e Aguapeú. No século XVI, segundo historiadores, emissários de Martim Afonso de Souza, em suas viagens pelo litoral paulista, paravam em Mongaguá para descansar. Aos poucos, foram surgindo moradores fixos e, consequentemente, as primeiras propriedades. Parte do território atual de Mongaguá situava-se, naquela época, na Capitania de São Vicente e outra na Capitania de Itanhaém.
Em 1776, o Sítio de Mongaguá foi arrematado em leilão público pelo coronel Bonifácio José de Andrada, pai do Patriarca da Independência, José Bonifácio de Andrada e Silva. A propriedade foi vendida ao padre João Batista Ferreira (1814) e, posteriormente, a Antônio Gonçalves Nobre (1847), Manuel Bernardes Muniz (1851) e a Heitor Peixoto (1892).
Com a formação da Companhia de Melhoramentos da Praia Grande, em 1913, cujos principais acionistas eram Fernando Arens Júnior, David Antônio dos Santos, Prudente Correia, Ernesto Diedrichs, Alberto Hugo de Oliveira Caldas e Abílio Smith Camargo. Com Abílio Smith foram criados os loteamentos Jardim Marina, Jardim Aguapeú, Vila Arens, Jardim Caiahu, o Centro de Mongaguá e a Vila Sorocabana. A Companhia de Melhoramentos, porém, não teve êxito maior em seus projetos, pois os paulistas daquela época não demonstraram interesse em passar as férias no litoral.
Após a Segunda Guerra Mundial é que Mongaguá começou a se desenvolver. A construção da rodovia Padre Manoel da Nóbrega, ligando Mongaguá a São Paulo, deu um grande impulso ao crescimento do distrito. Em 24 de Dezembro de 1948 foi criado o Distrito de Mongaguá, pela Lei nº 233. Mongaguá, que pertencia a São Vicente, foi incorporada ao município de Itanhaém.
Com a criação do Distrito de Mongaguá o desenvolvimento no setor comercial teve um grande impulso. Dez anos depois, o movimento de emancipação tomou conta da cidade, sonho quase se torna um pesadelo, pois o IBGE havia publicado, em 1950, que Mongaguá possuía apenas 826 habitantes: 444 homens e 382 mulheres. Graças à colaboração da Empresa Elétrica de Mongaguá, que tinha o controle das moradias particulares, constatou-se que com a população flutuante da cidade, estavam cadastrados 6.000 habitantes.
Cumprida então as formalidades legais, foi marcado pelo juiz da 119ª Zona, para 7 de dezembro de 1959, o plebiscito determinado pela Assembleia Legislativa de São Paulo. E o desejo da população de Mongaguá foi alcançado com uma votação esmagadora e o plebiscito foi aprovado. Em 31 de Dezembro de 1959 o governador, Dr. Jânio da Silva Quadros, assinou a Lei e Mongaguá foi elevada à categoria de Cidade, pela criação do Município. A data do aniversário de Mongaguá passou a ser comemorada no dia em foi realizado o plebiscito e não na data da elevação à categoria de Município, em 31 de Dezembro de 1959. Em 1977, Mongaguá foi elevada à categoria de Estância Balneária, pela Lei Estadual 1.482, publicada no Diário Oficial, no dia 7 de dezembro de 1977.
Aniversário da cidade: 7 de dezembro.
Prefeitos
- José Cesário Pereira Filho: de 1960 a 1964.
- João de Barros Teixeira: de 1965 a 1968.
- Atílio João Fumo: de 1969 a 1972.
- Cassimiro Correa Neto: de 1973 a 1976 e de 1983 a 1988.
- Jacob Koukdjian Filho: 1977 a 1982; de 1989 a 1992 e de 1997 a 2000.
- Artur Parada Prócida: de 1992 a 1996, de 2001 a 2004, de 2005 a 2008, de 2013 a 2016; e de 2017 a 2018.
- Paulo Wiazowisk Filho: de 2009 a 2012.
- Márcio Melo Gomes: de 2018 até os dias atuais.
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Conheça a cidade Mongaguá
Mongaguá é uma palavra indígena que significa “água pegajosa”. Nome dado pelos índios guaranis que viviam às margens dos rios Mongaguá e Aguapeú. No século XVI, segundo historiadores, emissários de Martim Afonso de Souza, em suas viagens pelo litoral paulista, paravam em Mongaguá para descansar. Aos poucos, foram surgindo moradores fixos e, consequentemente, as primeiras propriedades. Parte do território atual de Mongaguá situava-se, naquela época, na Capitania de São Vicente e outra na Capitania de Itanhaém.
Em 1776, o Sítio de Mongaguá foi arrematado em leilão público pelo coronel Bonifácio José de Andrada, pai do Patriarca da Independência, José Bonifácio de Andrada e Silva. A propriedade foi vendida ao padre João Batista Ferreira (1814) e, posteriormente, a Antônio Gonçalves Nobre (1847), Manuel Bernardes Muniz (1851) e a Heitor Peixoto (1892).
Com a formação da Companhia de Melhoramentos da Praia Grande, em 1913, cujos principais acionistas eram Fernando Arens Júnior, David Antônio dos Santos, Prudente Correia, Ernesto Diedrichs, Alberto Hugo de Oliveira Caldas e Abílio Smith Camargo. Com Abílio Smith foram criados os loteamentos Jardim Marina, Jardim Aguapeú, Vila Arens, Jardim Caiahu, o Centro de Mongaguá e a Vila Sorocabana. A Companhia de Melhoramentos, porém, não teve êxito maior em seus projetos, pois os paulistas daquela época não demonstraram interesse em passar as férias no litoral.
Após a Segunda Guerra Mundial é que Mongaguá começou a se desenvolver. A construção da rodovia Padre Manoel da Nóbrega, ligando Mongaguá a São Paulo, deu um grande impulso ao crescimento do distrito. Em 24 de Dezembro de 1948 foi criado o Distrito de Mongaguá, pela Lei nº 233. Mongaguá, que pertencia a São Vicente, foi incorporada ao município de Itanhaém.
Com a criação do Distrito de Mongaguá o desenvolvimento no setor comercial teve um grande impulso. Dez anos depois, o movimento de emancipação tomou conta da cidade, sonho quase se torna um pesadelo, pois o IBGE havia publicado, em 1950, que Mongaguá possuía apenas 826 habitantes: 444 homens e 382 mulheres. Graças à colaboração da Empresa Elétrica de Mongaguá, que tinha o controle das moradias particulares, constatou-se que com a população flutuante da cidade, estavam cadastrados 6.000 habitantes.
Cumprida então as formalidades legais, foi marcado pelo juiz da 119ª Zona, para 7 de dezembro de 1959, o plebiscito determinado pela Assembleia Legislativa de São Paulo. E o desejo da população de Mongaguá foi alcançado com uma votação esmagadora e o plebiscito foi aprovado. Em 31 de Dezembro de 1959 o governador, Dr. Jânio da Silva Quadros, assinou a Lei e Mongaguá foi elevada à categoria de Cidade, pela criação do Município. A data do aniversário de Mongaguá passou a ser comemorada no dia em foi realizado o plebiscito e não na data da elevação à categoria de Município, em 31 de Dezembro de 1959. Em 1977, Mongaguá foi elevada à categoria de Estância Balneária, pela Lei Estadual 1.482, publicada no Diário Oficial, no dia 7 de dezembro de 1977.
Aniversário da cidade: 7 de dezembro.
Prefeitos
- José Cesário Pereira Filho: de 1960 a 1964.
- João de Barros Teixeira: de 1965 a 1968.
- Atílio João Fumo: de 1969 a 1972.
- Cassimiro Correa Neto: de 1973 a 1976 e de 1983 a 1988.
- Jacob Koukdjian Filho: 1977 a 1982; de 1989 a 1992 e de 1997 a 2000.
- Artur Parada Prócida: de 1992 a 1996, de 2001 a 2004, de 2005 a 2008, de 2013 a 2016; e de 2017 a 2018.
- Paulo Wiazowisk Filho: de 2009 a 2012.
- Márcio Melo Gomes: de 2018 até os dias atuais.



